O ex-secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Arnaldo Campana, responde desde hoje a uma sindicância com o objetivo de apurar suspeitas de enriquecimento ilícito. Ao anunciar a decisão, o atual secretátio, Nilo Batista, disse ser essa a única alternativa por hora para começar uma investigação contra o ex-secretário, já que a Justiça francesa recusa-se a fornecer cópias de depoimentos em que o ex-secretário é acusado de favorecer Julien Fillipedu, chefe da "máfia corsa" que implantou o videopôquer no Rio de Janeiro. Julien Fillipedu foi expulso do Brasil no mês passado, por decisão do Ministério da Justiça (FSP).