CASO RIOCENTRO

O procurador-geral da Justiça Militar, no Rio de Janeiro, George Tavares, ainda não desarquivou o IPM do "Caso Riocentro", porém, determinou que sejam feitas diligências na 3a. Auditoria do Exército e, para isso, designou a promotora Hermínia Célia Raimundo Pinto da Silva para acompanhar todos os depoimentos a serem prestados pelas pessoas que afirmam ter visto duas bombas serem retiradas do Puma, dirigido pelo capitão Wilson Machado, e outras recolhidas no palco, onde se apresentavam os artistas, no show do dia 1o. de maio de 1981 (JB).