A Secretaria Especial Informática (SEI), em sua proposta final para o I Plano Nacional Trienal de Informática e Automação (PLANIN), a ser debatido na próxima reunião do CONIN (Conselho Nacional de Informática) no dia 30, em Brasília, sugere que as empresas de capital estrangeiro que atuam no setor de informática, no Brasil, deverão passar a aplicar 5% de sua receita bruta anual em atividades de pesquisa e desenvolvimento. E propõe que o governo brasileiro passe a destinar 34,4 milhões de ORTN ao setor, nos três anos de vigência do plano, acrescidos de mais 13,9 milhões para formação de recursos humanos. No primeiro caso (pesquisa e desenvolvimento), o maior volume de recursos deveria ser gasto no início do período (primeiro ano), com um total de 13,7 milhões de ORTN. Para formação de mão-de-obra, o ritmo seria diferente, com 3 milhões de ORTN iniciais, completadas por mais 4,8 e 6,1 milhões nos anos subsequentes (GM).