Segundo o Jornal do Brasil, o Ministério da Justiça, na gestão de Ibraim Abi-Ackel, pagou várias passagens aéreas para seu funcionário Romão da Silva Miron viajar como guarda-costas de Paulo Abi-Ackel, filho do ex- ministro, a serviço da APL (Arnold, Paulo, Landim) Advogados Associados. Conforme o jornal, Romão, uma das principais testemunhas ouvidas pela Polícia Federal no inquérito sobre a venda de vistos de permanência irregulares, revelou ainda que entregou envelopes confidenciais ao empresário paulista Walter Rodrigues, relacionado no processo da Polícia Federal no caso dos vistos. Desde junho, Romão move ação trabalhista contra a APL por ter sido coagido por Paulo Abi-Ackel a pedir demissão e não ter recebido indenização (JB).