O presidente da FIESP, Mário Amato, disse que a recomendação do presidente da CGT, Joaquim dos Santos Andrade, de que se deve promover quebra-quebras e confiscos nos estabelecimentos que vender produtos da cesta básica acima da tabela, pode ser interpretada como "pregação da desobediência civil". O presidente da FECESP (Federação e Centro do Comércio de São Paulo), Abram Szajman, também condenou a proposta (FSP).