O TRT (Tribunal Regional do Trabalho) do Rio de Janeiro julgou ilegal a greve da LIGHT, com base na legislação que proíbe a paralisação de serviços considerados essenciais. O presidente da empresa, Túlio Romano de Mello, admitiu que poderá demitir funcionários, caso a paralisação seja mantida. Ele disse, ainda, que só negocia com os eletricitários após o término do movimento. Os trabalhadores reivindicam reposição salarial de 32,93%, produtividade de 5,4%, redução da jornada de trabalho para todas as funções, revisão do plano de cargos e salários. A empresa apresentou contraproposta de produtividade de 3%, piso de Cz$3.150,00, redução da jornada de trabalho para algumas funções e não aceitou a reposição salarial (JB) (O Globo).