Segundo o jornal Folha de São Paulo, o Brasil vai orientar a renegociação da sua dívida externa por quatro parâmetros básicos: reescalonamento das amortizações do principal; renegociação automática das linhas de crédito de curto prazo; ampliação dos prazos de carência e redução das comissões e dos "spreads" pagos pelo país (FSP).