Segundo o jornal O Globo, o Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) gastou nos últimos cinco anos mais de Cr$100 bilhões (em valores corrigidos) para controlar a qualidade do álcool que sai das destilarias de todo o país. Este controle, desde 1983 deveria ser feito pelas destilarias (Resolução 7783 do IAA). Conforme o jornal, em vez disso, o IAA manteve durante todos esses anos contratos de prestação de serviços com a CONBRÁS, A Fundação Norte Fluminense de Desenvolvimento Regional (FUNDENOR), a Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (CETEC) e a Fundação Instituto Tecnológico do Estado de Pernambuco (ITEP), que faziam o controle de qualidade para o órgão e as destilarias (O Globo).