O presidente José Sarney aprovou o plano de saneamento financeiro da SIDERBRÁS. Pelo plano, o governo assumirá US$12,2 bilhões de uma dívida total de US$17,1 bilhões que a estatal tinha ao final do ano passado. A maior parte dos débitos da SIDERBRÁS originou-se do plano de expansão da produção siderúrgica estatal, previsto no 2o. PND (Plano Nacional de Desenvolvimento) do governo Ernesto Geisel, de 1974 a 1979, e dos custos decorrentes do atraso de alguns projetos. O saneamento envolve a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), COSIPA (Companhia Siderúrgica Paulista), USIMINAS (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais), CST (Companhia Siderúrgica de Tubarão) e A>OMINAS (Aço Minas Gerais) (FSP).