O médico Eldo Franchin, diretor de marketing da Hoechst, garantiu que não há riscos de contaminação de AIDs por meio da gamaglobulina produzida por esse laboratório. Ele explicou que a presença de anticorpos de AIDs não significa que haja vírus, pois "qualquer vírus seria eliminado pelo método de fabricação a álcool usado pela Hoechst" (O Globo).