O ministro do Planejamento, João Sayad, anunciou que a partir de 1986 as 314 empresas estatais do setor produtivo terão de encaminhar seus programas de investimentos ao crivo do Congresso Nacional. De acordo com Sayad, o controle do Congresso Nacional sobre as estatais deve se restringir as suas aplicações, ficando de fora as despesas de custeio. A proposta orçamentária de 1986 incorpora os gastos do Tesouro a título de subsídios num montante estimado em Cr$235 trilhões sendo que deste total a receita prevista é de Cr$40 trilhões (JB).