A nota reservada que o ministro do Exército, general Leônidas Pires Gonçalves, determinou que fosse transmitida a seus comandados informa que o coronel Alberto Brilhante Ustra, denunciado como torturador pela deputada Bete Mendes, "goza de nossa confiança" e continuará como adido militar no Uruguai "até completar o período regulamentar". O documento foi assinado pelo chefe do Centro de Comunicação Social do Exército, general Ruperto Clodoaldo Pinto (JB).