A indústria alcoolquímica nacional está negociando com o governo o retorno do subsídio de 25% no preço de compra do álcool, cortado, em fevereiro último, pelo então presidente do Conselho Nacional do Petróleo (CNP) Oziel de Almeida. O incentivo custaria hoje Cr$50 milhões por ano aos cofres públicos. Se o subsídio não for restabelecido, as empresas ameaçam deixar de usar o álcool como matéria-prima para seus produtos, substituindo-o pela nafta de petróleo (O Globo).