O porta-voz do Palácio do Planalto, Fernando César Mesquita, disse que o documento elaborado pelo Centro de Comunicação do Exército, elogiando o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra (reconhecido pela deputada Bete Mendes como sendo seu torturador no DOI-CODI, em São Paulo, em 1970), adido militar do Brasil no Uruguai, é um assunto de ordem interna daquela Força e que o presidente José Sarney não irá comentá-la. Mesquita reafirmou que a anistia decretada pelo governo passado "é recíproca e para todos". Para o ministro da Justiça, Fernando Lyra, o caso encerrou-se com a anistia de 1979 (O Globo).