O diretor-geral do DETRAN do Rio de Janeiro, Walter Gaspar, denunciou que os cofres públicos estão sendo lesados em Cr$1,5 bilhão por mês com o desvio da arrecadação das taxas de serviços estaduais para a transferência de propriedade de veículos por despachantes. Segundo ele, as fraudes eram feitas da sequinte maneira: "os despachantes falsificavam a segunda via do DARJ, que é anexada ao processo de transferência, carimbando-a como se tivesse sido paga nas caixas do BANERJ (Banco do Estado do Rio de Janeiro). A primeira via, que deveria ficar em poder do banco, como comprovante de entrada do dinheiro, era destruída" (JB).