O ministro da Reforma e Desenvolvimento Agrário, Nelson Ribeiro, explicou que a gratificação que recebeu, em 1984, quando o presidente do Banco do Estado do Pará, cumpriu uma norma estatutária bancária, e só pôde ser distribuída aos diretores porque o banco havia tido um lucro de Cr$32 bilhões, depois de vários anos de prejuízo e baixa lucratividade. Dessa forma, o ministro respondeu às acusações feitas pelo deputado Osvaldo Melo (PDS-PA), de que ele havia recebido a gratificação de Cr$43,1 milhões quando o banco operava no "vermelho" (O Globo).