O Palácio do Planalto esclareceu que desde o último dia 12 está determinada a remoção do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra do cargo de adido militar da embaixada brasileira em Montevidéu, o que dispensou o presidente Sarney de tomar novas providências diante da denúncia da deputada Bete Mendes sobre as torturas que sofreu de Ustra em 1970. Desmentem-se assim informações, partidas de fontes do próprio governo, segundo as quais o coronel fora demitido depois da denúncia. Ele ainda não se afastou da Embaixada porque permanece dentro do prazo legal para fazê-lo (JB) (O Globo).