O presidente para operações internacionais do Banco do Brasil, José Luiz da Silveira Miranda, afirmou que as agências de bancos brasileiros no exterior têm aplicado no Brasil, entre empréstimos de longo e médio prazos, um total de US$7,2 bilhões que ficarão fora do sistema de reescalonamento montado dentro do "pacote" de renegociação plurianual da dívida externa brasileira. Segundo ele, a fatia do Banco do Brasil, como credor, é de US$5,6 bilhões, cuja amortização deve ser paga, através de cobertura do Banco Central, a partir de 1o. de janeiro deste ano, assim que for assinado o contrato com os bancos credores referente à fase 3 (GM).