O ministro da Saúde, Carlos Santanna, afirmou que "o combate à AIDs não é uma prioridade" do seu ministério. Segundo ele, "um país que possui 6 milhões de casos de doença de Chagas, 8 milhões de vítimas da esquistosomose, 1 milhão de tuberculosos, 300 mil leprosos e 300 mil doentes de malária, não se pode priorizar os portadores de AIDs" (FSP).