FMI PEDE CORTE NO DÉFICIT PÚBLICO

Após admitir que o FMI pediu que o governo brasileiro se esforçasse para realizar um corte adicional de Cr$16 trilhões a Cr$20 trilhões no déficit público deste ano, o assessor econômico da Presidência da República, Luís Paulo Rosemberg, disse que "não dá para cumprir" essa exigência. Segundo afirmou, com um corte de mais Cr$16 trilhões o governo não poderia garantir o cumprimento da meta de crescimento econômico de 5% para 1985 (O Globo).