Com a prisão preventiva decretada pela Justiça e já recolhido ao Grupamento de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil gaúcha, respondendo a sete inquéritos por crimes variados, o inspetor Arquimedes Lutchtemberg Ribeiro denunciou que na Divisão de Investigações, em Porto Alegre (RS), a tortura aos presos é tratada como uma "filosofia de trabalho". Segundo as informações, o inspetor Arquimedes entregou ao GOE dezenas de negativos coloridos que mostram pessoas sob tortura na Polícia Civil gaúcha e objetos de tortura que serão encaminhados por sua família à OAB e à Coordenadoria das Promotorias Criminais para providências. As fotografias foram feitas pelo próprio inspetor (JB).