A CUT não voltará a dialogar com o governo até que ele apresente uma proposta concreta às reivindicações dos trabalhadores que levaram à greve geral do dia 12 de dezembro passado: não pagamento da dívida externa e revogação das medidas econômicas editadas no final de novembro. Hoje, a CUT não participará da reunião articulada pelo ministro do Trabalho, Almir Pazzianotto, com os dirigentes da CGT, da USI (União Sindical Independente) e das nove confederações nacionais de trabalhadores para discutir o Pacto Social (FSP).