Segundo o jornal Folha de São Paulo, a missão técnica do Ministério da Fazenda/Ministério do Planejamento/Banco Central que foi a Washington explicar ao FMI o pacote econômico lançado pelo governo federal, retorna hoje sem ter convencido o Fundo da correção dos números apresentados. Conforme o jornal, a discordância envolve uma diferença de Cr$20 trilhões, pois Tomas Reichmannm, chefe da Divisão do Atlântico Sul do FMI, e seus assistentes rejeitaram o cálculo de Cr$50,7 trilhões de déficit operacional (déficit nominal, excluídas as correções monetária e cambial) apresentado por João Abreu, da missão brasileira, e insistiram em sua própria projeção, de Cr$70 trilhões (FSP).