O ministro do Exército, Leônidas Pires Gonçalves, afirmou que "as terras do Exército não serão utilizadas na reforma agrária-- nem agora, nem depois--, porque os recursos fundiários para a implantação do projeto do governo são as áreas agricultáveis ociosas disponíveis. Por isso, foi imprudente a colocação do diretor do INCRA, no Rio Grande do Sul, Erani Muller, de que a reforma agrária no Estado seria iniciada com a desapropriação de uma área pertencente ao comando do III Exército". Leônidas acrescentou que em nenhum momento se falou que o SNI investigaria a postura ideológica dos funcionários do Ministério do Desenvolvimento e Reforma Agrária, conforme foi noticiado pelo jornal Folha de São Paulo (O Globo).