A Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Rio Grande do Sul (FETAG) repudia o movimento dos fazendeiros gaúchos, em especial do norte do Estado, por se armarem na defesa de suas terras contra "possíveis invasões de colonos". "Ganha quem tiver mais força política e não força bruta. Nós queremos que a lei seja cumprida e que a reforma agrária ocorra de forma pacífica e ordeira", disse o assessor da presidência da FETAG, Severino Greck, garantindo que a ação dos fazendeiros não preocupa a entidade (FSP).