Segundo o Jornal do Brasil, a maioria das debêntures conversíveis em ações ordinárias e preferenciais da Vale do Rio Doce, emitidas para a captação de recursos destinados ao Projeto Carajás, foram adquiridas pelos principais bancos privados do país, em especial o Bradesco, que atualmente detém 11% das ações. Hoje, a União possui 50,8% do capital, a administração indireta 5,5% e o público 43,7%. Conforme o jornal, segundo documentação enviada pelo Ministério das Minas e Energia ao Palácio do Planalto e preparada pela Vale do Rio Doce, em maio deste ano, existe a perspectiva de que a União perca o controle da companhia, uma vez que, de acordo com parecer de seu Departamento Jurídico, as ações preferenciais e ordinárias têm direito a voto. Entre os bancos que adquiriram as debêntures estão: Bradesco, Nacional, Itaú, Comind e Unibanco (JB).