O presidente do Senado Federal, José Fragelli, negou que tivesse recebido parecer do procurador Eli Lopes Meirelles sobre a ilegalidade do chamado trem da alegria, que de uma só vez, no final do ano passado, alterou os contratos de 1115 funcionários da gráfica do Senado de celetistas para estatutários. Fragelli diz que aguarda a decisão judicial sobre a ação popular que pede a anulação da alteração dos contratos e a dispensa dos novos funcionários contratados na ocasião, também incluídos no benefício (JB).