O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Luís Eulálio de Bueno Vidigal, considerou tímidos os cortes de Cr$28,6 trilhões no orçamento das estatais, fixado pelo governo. Os fabricantes de bens de capital e empresas de construção pesada, grandes fornecedores das estatais, reclamaram dos cortes e estimam uma queda de faturamento entre 25% e 30% (JB).