De 28 grandes irregularidades apuradas por uma comissão de inspeção administrativa, contábil e financeira na COBAL, cinco deram um prejuízo aos cofres da União de Cr$23,3 bilhões. As grandes irregularidades, segundo as informações, foram praticadas nas administrações de Aluízio Garcia e de Luiz Fernando Zuppo. De julho de 1984 a maio de 1985, o déficit da empresa atingiu a Cr$75 bilhões. A COBAL ainda não faliu, conforme relatório da comissão, por se tratar de empresa pública (JB).