O ministro dos Transportes, Afonso Camargo, apresentou as diretrizes da nova política de transportes aquaviários. As linhas de ação neste setor são: coadunar a política de transporte marítimo internacional com a política de comércio exterior e fortalecer a posição da bandeira brasileira, aumentando sua competividade no cenário mundial; estimular a armação brasileira para a formação de empresas nacionais de capital aberto, capacitadas a enfrentar mudanças bruscas no cenário mundial e a resistir a eventuais crises; e fortalecer posições governamentais que permitam uma firme postura brasileira contra pressões, no sentido da liberalização total dos tráfegos marítimos internacionais que venham a conflitar com a política nacional de navegação (FSP).