O ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, coronel Lauro Melchiades Rieth e o delegado Ary Sardella, ex-chefe da Coordenação de Polícia Especializada (CPE), foram acusados de mandantes da morte do jornalista Mário Eugênio, em depoimentos prestados por dois envolvidos no crime-- os ex-cabos do Exército David Antônio Couto e Dirceu Perkoski. O ex-cabo Perkoski-- atualmente agente da Secretaria de Segurança de Mato Grosso do Sul-- disse que todos que participaram do homicídio do jornalista, no dia 11 de novembro de 1984, sabiam que os mandantes do crime eram o coronel Rieth e o delegado Sardella. O ex-cabo Couto revelou que havia, na polícia, uma recompensa de Cr$10 milhões para quem executasse a ordem (JB).