O racionamento imediato de energia elétrica, de 10% para a indústria, 30% para o comércio e residências e 10% para os demais setores (rural e serviços públicos) está sendo proposto pela FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em documento encaminhado ao presidente José Sarney. A entidade afirma que a redução do consumo pode ser conseguida com a adoção do sistema de fixação de cotas, baseadas nos consumos médios históricos dos últimos meses, com o estabelecimento de penalidades financeiras para quem ultrapassá-las, bem como de prêmios para aqueles que economizarem além do que for estabelecido (O Globo).