econômico do país, a política de emprego e os direitos dos trabalhadores". Os sindicalistas reivindicaram a moratória unilateral de 5 anos no pagamento da dívida, o direito de greve, a trimestralidade nos reajustes salariais, a escala móvel (pela qual o salário subiria sempre que o custo de vida atingisse determinado nível), a liberdade sindical e a imediata implementação da reforma agrária. O ministro do Planejamento, João Sayad, disse ser impossível a decretação unilateral da moratória, mas reafirmou como Sarney, que o governo fará uma negociação externa de modo a preservar o crescimento do país e o nível do emprego (FSP).