A Federação do Comércio e o Centro do Comércio do Estado de São Paulo querem maior autonomia nas negociações diretas com os empregados, a disciplinação jurídica do "lock-out", o estabelecimento de um quórum mínimo também para as assembléias em que são definidas as pautas reivindicatórias ou a aceitação de acordos ou convenções coletivas e a utilização do voto secreto nas deliberações sindicais. Essas sugestões foram apresentadas ao presidente José Sarney, por meio do presidente das entidades, Abram Szajman, no último dia 19, como subsídios para a discussão do anteprojeto do Ministério do Trabalho, que regula as negociações coletivas (GM).