O titular da SEST (Secretaria Especial de Controle das Estatais), Henri Philippe Reichstul, informou que as empresas do governo poderão sofrer um corte de até Cr$25,6 trilhões nos seus gastos. Segundo ele, deverão ser podadas principalmente as despesas de investimento, com uma redução sugerida de Cr$18,8 trilhões. O dispêndio com pessoal, pelo cálculo da SEST, poderá ser diminuído de Cr$1 trilhão, "sem demissões". Para os demais itens de custeio foram formuladas três hipóteses de contenção: Cr$1,4 trilhão, Cr$2,9 trilhões e Cr$5,8 trilhões (FSP).