O governo do Distrito Federal cancelou, por pressão de entidades contrárias à esterilização em massa, como o Conselho Federal de Medicina, o convênio que assinou com o CPAIMC (Centro de Pesquisa e Atenção Integral à Maternidade e à Criança). A medida não impediu que 15,44% das mulheres entre 20 e 29 anos e outros 51,44% entre 30 e 49 fossem esterilizados na cidade satélite de Ceilândia nos dez meses de duração do acordo (JB).