Segundo o Jornal do Brasil, 300 empresas rurais de (PE) Pernambuco, que integram a Associação Agropecuária do Nordeste (AGROPENE), concluíram que "o Plano Nacional de Reforma Agrária tem conteúdo ideológico comunizante e extrapola os limites estabelecidos no Estatuto da Terra". Conforme o jornal, os empresários apresentaram 10 contradições entre o Plano e o Estatuto da Terra, e reivindicaram que a redistribuição de terras ocorra dentro do que foi preconizado pelo diploma legal instituído durante o governo do marechal Castelo Branco (JB).