Os médicos de todo país reunidos ontem, em Brasília, durante o 4o. Encontro Nacional de Conselhos Regionais de Medicina querem influir na elaboração da nova Constituição e na redação do Código Penal do país. Eles vão reivindicar junto aos deputados constituintes a legalização da eutanásia passiva, pela qual o médico deixa de adotar procedimentos que prolonguem a vida de uma pessoa condenada à morte por uma doença fatal. Os médicos decidiram também pedir a legalização do aborto quando houver certeza de que o feto tem deficiência física ou mental (JB).