Segundo as informações, o ministro do Planejamento João Sayad, rejeitou qualquer acordo com o FMI que implique num agravamento da recessão, salientando que uma eventual tentativa do Fundo, no sentido de querer impor um rígido controle dos gastos públicos, com o objetivo de zerar o déficit do setor estatal, "não é uma proposta razóavel para ninguém" (JB) (FSP) (O ESP).