Os funcionários da área de Saúde do Rio de Janeiro poderão perder as gratificações por "locações prioritárias", que chegam a 75%, e perderão os dias parados, que não serão pagos pelo Estado. O anúncio foi feito pelo secretário de Saúde, Eduardo Costa, que voltou a fazer um apelo para que a greve seja suspensa. Os servidores decidiram manter o movimento (JB).