O Brasil pretende reescalonar US$45,3 bilhões pelo prazo de 16 anos junto aos bancos credores, sendo US$31,7 bilhões referentes à dívida do setor público e US$13,6 bilhões de responsabilidade do setor privado. Também interessa ao Brasil reescalonar a dívida de curto prazo, no montante de US$11,5 bilhões, e transferir gradativamente a linha de crédito interbancário para a dívida fundada, de prazo mais alongado. O ministro da Fazenda, Francisco Dornelles, pretende renegociar paralelamente com o FMI e os bancos credores (O ESP).