O acordo entre o Brasil e os bancos privados, que venceria a 31 de maio, foi prorrogado por 90 dias, "o que dará ao país tranquilidade para negociar com o FMI a partir do dia 27, pois não serão feitas cobranças de dívidas nesse período". A informação foi dada pelo ministro da Fazenda, Francisco Dornelles (O Globo).