A União Soviética voltará, em 1985, a comprar "óxido puro de nióbio" produzido no Brasil, quatro anos depois de realizada a última exportação do produto com destino áquele país. A estatal Tchsnabexport importará cerca de US$2 milhões, correspondendo a 200 toneladas, volume que será fornecido pela Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), controlada pelo Grupo Moreira Salles (GM).