O ministro do Trabalho, Almir Pazzionotto, disse que não vê razões para uma grande inquietação, dentro do governo, por causa das greves que se espalham pelo país. Pazzionotto encomendou a seus assessores um levantamento sobre as greves em curso, e concluiu que o número delas se situa entre 45 e 57; "há algumas começando e outras acabando". O levantamento revela também que há greves reivindicatórias de aumentos salariais, greves por atraso de pagamento, greves estudantis e greves de funcionários públicos estaduais (JB).