O presidente da FIESP, Luís Eulálio de Bueno Vidigal Filho, disse que as negociações com os metalúrgicos só serão retomadas com a volta ao trabalho. "Antes disso, nada feito". Segundo as informações, a greve dos metalúrgicos da indústria automobilística está afetando as produções de pneus, vidros especiais para automóveis, plásticos, tintas e tecidos para estofamento, cujas empresas estão sem faturamento nos últimos 20 dias. A indústria de pneus deixou de entregar cerca de 150 mil unidades à indústria automobilística. A perda geral no faturamento da várias indústrias, incluindo a automobilística, já atingiu, conforme estimativa dos empresários, mais de Cr$2,5 trilhões (JB).