De acordo com o Jornal do Brasil, a Coordenadoria das Promotorias Criminais, em Porto Alegre, comprovou que 350 toneladas de semente de milho tratadas com o produto organoclorado Aldrin-- proibido por lei no Rio Grande do Sul, por ser cancerígeno-- foram vendidas para consumo humano em todo o país pela empresa Pionerr, embora tivessem sido polidas para uso como ração animal, após vencido seu prazo de germinação (JB).