O presidente da Câmara, Ulysses Guimarães, contestou junto ao Supremo Tribunal Federal a acusação de ter havido um "Trem da Alegria" na Câmara na nomeação de 70 assistentes legislativos, em dezembro passado, com prejuízos de candidatos regularmente aprovados em concurso público. Através de um documento, Ulysses explicou que 143 nomeações foram procedidas para cargos de assistente legislativo da Câmara, quando as perspectivas de vagas eram 36. Nesse processo, consideradas também as desistências, as nomeações alcançaram até a 210a. colocação na ordem classificatória do concurso de 1981, havendo paralelamente o aproveitamento de serviços no exercício dos cargos através de transformações dos "títulos ocupacionais", rigorosamente conforme autorização legal (JB).