O diretor da CACEX, Marcos Vianna, desmentiu as notícias de que o governo pensa em controle de câmbio e em utilizar recursos das cadernetas de poupança para financiar as exportações. E, segundo ele, o Brasil não precisará este ano de empréstimos novos para saldar compromissos de sua dívida externa, nem lançar mão de parte substancial de suas reservas em dólares, pois a balança comercial vai deixar no final do ano um superávit de US$11,5 a US$12 bilhões (JB).