A comissão interministerial que estuda o novo reajuste do salário- mínimo, integrada por técnicos dos ministérios da área econômica e social e pelo DIEESE, concluiu que o impacto do salário-mínimo nos custos da folhas de pagamento das empresas é de 6%. O peso do salário-mínimo no custo final do produto não vai além de 1%. Segundo o diretor do DIEESE, Walter Barelli, não há necessidade de transferir os reajustes dos salários para os custos dos produtos, porque os índices apurados não chegam a ter um peso expressivo na composição do custo final (JB).