A Procuradoria-Geral da República ofereceu denúncia à Justiça Federal de São Paulo contra o Banco Brasilinvest por um desvio a descoberto da ordem de Cr$1 trilhão e pediu a prisão preventiva do acionista controlador do grupo, Mário Garnero, e seus sócios Arlindo de Carvalho Pinto Neto, Antônio Pavesi e Osmar Antônio Olivieri. Ao mesmo tempo ofereceu denúncia contra os mesmos, pedindo o enquadramento de Mário Garnero no Código Penal por estelionato, formação de quadrilha ou bando e estelionato. A soma da penas máximas para os crimes atribuídos a Mário Garnero é de 11 anos de reclusão (FSP).